Liquidez é a capacidade de um ativo financeiro ser convertido em dinheiro de forma rápida, fácil e com pouca ou nenhuma perda de valor.
No contexto dos investimentos, a liquidez indica o quão acessível é o capital aplicado quando o investidor decide vender ou resgatar um ativo.
Quanto maior a liquidez, menor tende a ser o risco de não conseguir transformar o investimento em dinheiro no momento desejado.
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Em outras palavras, liquidez está diretamente ligada ao prazo de resgate, à existência de compradores no mercado e ao impacto no preço no momento da venda.
Contexto nos Investimentos
Nos investimentos, a liquidez influencia decisões estratégicas, gestão de risco e planejamento financeiro.
Ativos com alta liquidez costumam ser indicados para reservas de emergência, enquanto investimentos de baixa liquidez geralmente oferecem maior potencial de retorno em troca do capital imobilizado por mais tempo.
Exemplos práticos de liquidez no mercado financeiro:
– Alta liquidez: ações negociadas diariamente na B3, fundos DI e títulos do Tesouro Selic
– Liquidez média: fundos multimercado com prazos de resgate definidos
– Baixa liquidez: imóveis, debêntures incentivadas e alguns fundos imobiliários menos negociados
Além disso, termos relacionados como liquidez diária, prazo de resgate e facilidade de negociação são variações importantes para entender como usar a liquidez na prática, especialmente para quem investe via home broker ou plataformas digitais.
A liquidez também impacta o preço dos ativos: quanto menor a liquidez, maior pode ser a variação de preço no momento da venda.
Links Relacionados
– Veja também: Volatilidade, Renda Variável, Bolsa de Valores
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– Fonte externa: B3 – Brasil, Bolsa, Balcão (conteúdos educacionais sobre mercado financeiro)
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